domingo, 13 de julho de 2014

Tommy Acid Queen - dia Mundial do Rock

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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Os Mercenários 3

Ansioso pelo filme!

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domingo, 8 de junho de 2014

Uma história sobre traços, marketing e superação


Sou fã da galera aí de cima. Quando criança torcia mais pelo Shiryu, simplesmente porque eu o achava o mais forte de todos (e não admitia aquela derrota fatídica pro Seiya na Guerra Galáctica). Fui crescendo e acabei por "acompanhar à distância" a evolução que o desenho teve, mas concomitante a esse desenvolvimento comecei a admirar o Cavaleiro de Pégaso por tudo que ele representava: um cavaleiro que notoriamente NÃO era o mais forte, mas que era o mais persistente. E por isso, conseguia operar os mais diversos "milagres" que os "santos de Athena" ainda não ousariam fazer.

A cabeça da gente muda, a percepção sobre o mundo muda... E uma franquia de sucesso que se preze, no mínimo, precisa acompanhar essa mudança de percepção e entendimento para voltar a encantar fãs antigos e conquistar uma nova legião de seguidores. Olhando pra trás, comecei a perceber o quanto esta série japonesa mudou, seja no estilo do desenho, seja para abocanhar uma fatia maior de aficcionados ou para fazer reverência ao povo nipônico em determinado momento delicado da história. E por acaso seria possível unir todas essas razões e dar um reboot bem-sucedido no mito dos Cavaleiros do Zodíaco? Como e por que surgiriam essas mudanças na saga?


A Saga do Santuário (as Doze Casas): a primeira de todas as grandes sagas, a das Doze Casas, traz um estilo clássico de mangá, com grande destaque para poses e ações de combate, feições ocidentais e, claro, diálogos explicativos exageradamente repetitivos e extensos, causando muitas vezes no espectador uma sensação de extrema revolta; mas nada por acaso: por ter uma temática inovadora para a época, o autor Masami Kurumada utilizou técnicas muito conhecidas para capturar e manter espectadores. Com as cenas de combate espetaculares, procurava impressionar as pessoas desde o primeiro capítulo; as feições ocidentais buscavam criar uma identificação natural com os não nipônicos, uma aposta ousada de conquistar mercado internacional, apesar de ser uma característica comum em mangás; e diálogos descritivos, sempre didáticos, sobre a temática apresentada para justamente explicar ao neófito todo o enredo envolvido naquela cena... Todo enredo mesmo!

A Saga de Asgard (Odin) e A Saga de Poseidon: as batalhas com os Guerreiros de Odin (exclusiva do anime) e com os Marinas de Poseidon trazem traços bem definidos e pouco se altera do início ao fim quanto ao estilo de desenho. Porém, a complexidade da história vai aumentando apesar de sempre ter como mote central um flagelo com a deusa Athena, passando por um sequestro relâmpago até sacrifícios voluntários em prol da humanidade. Esteticamente, as armaduras evoluem e seu design se torna mais esguio e, sinceramente, mais bonito.


A grande sacada nestas duas últimas fases foi juntar uma estratégia de mudança sensível no visual do desenho com uma (acreditem!) coerente ligação com a história. Tudo isso para não cair na monotonia e para, consequentemente, não perder fãs. Já a personalidade dos personagens principais continua a mesma, reforçando correntes entre os fãs de cada herói. Um detalhe sempre importante durante essas sagas foi o holofote de tempos em tempos sobre cada cavaleiro de bronze, um artificio muito interessante para não centralizar o sucesso da série em apenas um personagem.


A Saga de Hades: apesar de compor a saga original, a saga de Hades já demonstra uma maturidade maior em comparação com as outras e possui um enredo bem mais obscuro. Os Cavaleiros de Ouro participam de forma muito mais efetiva durante toda a história e temos o privilégio de assistir o que seriam as Batalhas de Mil Anos (míticos combates entre os cavaleiros mais fortes de Athena), as Armaduras Divinas e os Campos Elísios (morada de alguns deuses e lugar onde se encontra o corpo de Hades). Os Três Juízes do Inferno (Radamanthys de Wyvern, Minos de Griffon e Ayacos de Garuda) junto, claro, com Hades, são os expoentes desta fase. Acompanhando o amadurecimento do seu público, Kurumada buscou manter essa fidelidade através do maior teste de fogo da guarda pessoal de Athena. E adivinhem como? Pela velha e boa fórmula do sacrifício pessoal e coletivo de todos os cavaleiros, principalmente os de Ouro. Desenhando um cenário sem esperanças, Kurumada revela aos poucos importantes reviravoltas no enredo e vai inclusive pavimentando o caminho para futuras séries que estarão intrinsecamente relacionadas. Vejam como ele continua tecendo novas tramas e buscando manter a audiência criada há anos...

Com origens e histórias bem diversificadas, Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix passam a trilhar a mesma jornada, mas com diferentes formas de lidar com as batalhas: Seiya, com sua persistência e obstinação, era o retrato de todo o trabalho de Kurumada e refletia a visão de superação na qual procurava identificar o povo japonês (em diferentes guerras, mesmo caindo, sempre se reerguia); Shiryu, um dos mais presentes na saga e com um imponente histórico de batalhas mortais, seu sobrenome poderia ser "Sacrifício" (já se cegou durante combate com um cavaleiro de prata e aplicou um golpe suicida na batalha das Doze Casas com o Cavaleiro de Ouro de Capricórnio, Shura); Hyoga, com suas particulares limitações, nutre uma infinita saudade de sua mãe, vítima de naufrágio na Sibéria, e torna-se com o tempo um dos mais queridos e admirados personagens da série; Shun, muito criticado por ser considerado um ponto fraco no beligerante grupo dos cavaleiros, possui na verdade um rico significado diante de toda uma certeza relacionada à necessidade de lutar: como um contraponto em toda a saga, Shun se propõe simplesmente a não lutar (!!!) e somente demonstra seu verdadeiro poder diante de circunstâncias sem saída; e Ikki, o cavaleiro mais forte da equipe devido ao seu treinamento psicopático da Ilha da Morte, e ao mesmo tempo o guardião pessoal de seu irmão Shun (é um paladino solitário e só entra em uma batalha cuja magnitude seja compatível ao seu poder).

Diante deste mix de personalidades e comportamentos, foi montado um esquadrão de frente muito eclético, capaz de capturar a atenção dos mais variados fãs de anime. No fundo, Kurumada sabia que diversificar seria o segredo para conquistar mentes e corações de um público de ordem mundial. Unir culturas e formas de pensar diferentes numa mesma série se tornaria uma genial jogada de marketing. E de mestre!


The Lost Canvas: esta é a saga que particularmente mais gostei. A história se passa 200 anos antes da cronologia da série original. Possui traços menos ocidentais, uma grande contribuição da computação gráfica e uma temática bem mais adulta. Pra se ter uma noção, o enredo já começa durante a Guerra Santa do século XVIII. Inteligentemente, a autora Shiori Teshirogi, aconselhada por Kurumada, faz links muito coerentes com a saga original, explicando coisas que são mostradas na saga contemporânea mas não muito aprofundadas naquela época. Talvez a principal revelação feita nesta série seja a razão de o Cavaleiro de Pégaso sempre estar junto de Athena, seja qual for a era: ele é o guardião pessoal da deusa, reforçando o conceito de reencarnação das filosofias orientais. Lost Canvas tem uma identificação muito mais forte com a cultura nipônica, apesar de as invasões dos Espectros (guerreiros de Hades) acontecerem em várias cidades do mundo. A cultura oriental foi essencialmente utilizada como base desta saga.


Capitaneados por Tenma, o cavaleiro de Pégaso daquela era, os guerreiros de Athena batalham, sem fases intermediárias, contra o exército de Hades. As batalhas do anime são impressionantes e algumas chegam a ser tão impactantes quanto as do mangá. Desde o início da série original, exibida durante as décadas de 80/90 no mundo todo, não havia uma mudança tão radical na história, principalmente no que tange aos traços empregados. Teshirogi foi muito feliz ao captar a essência do desenho e fez uma animação para adultos, os mesmos que acompanharam enquanto crianças o início de um mito midiático.


Saint Seiya Ω (Omega): Uma nova fase, uma nova história, uma nova saga. Sem uma continuidade direta com a série original de Kurumada, mas respeitando os principais personagens daquela geração, os novos cavaleiros de bronze buscam novamente fazer uma limpeza no Olimpo, em busca da salvação de Athena. Num primeiro momento, não parece ser nada original, até olharmos mais de perto. O novo cavaleiro de Dragão, Ryuho, é filho de Shiryu, "o lendário cavaleiro de Dragão"; a inclusão de uma amazona no grupo principal, Yuna de Águia; e Kouga de Pégaso, um personagem, no mínimo, misterioso até a alma. Com traços mais curvilíneos e voltados para a conquista de um novo público infanto-juvenil, Saint Seiya Omega trilha novamente um caminho que promete muito sucesso e complexos enredos.


Apesar da série ter sido produzida pela Toei Animation e usar a história original de Kurumada como base, seu lançamento foi muito oportuno. Além de manter a lenda dos Cavaleiros do Zodíaco acesa na cultura dos animes, foi empregado um estilo de desenho bastante contemporâneo e com identificação muito forte junto aos jovens espectadores. Fora isso, novamente o mix de culturas e personalidades continuava a se consagrar como uma fórmula para alcançar o sucesso internacional. E não para por aí: se percebermos bem, o resgate pela auto-estima dos japoneses e o apelo pela usual superação em momentos críticos foram empregados sabiamente neste momento. Não simplesmente porque são temas atemporais, mas porque em 2012, ano de estreia da série, ainda tínhamos como recente toda a tragédia causada pelo terremoto/tsunami de 2011 no Japão. Parece que nada é por acaso e a ressurreição da lenda dos Cavaleiros veio a calhar justamente quando o povo mais precisava. Bem como no desenho. Bem como na arte. Bem como na vida real.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Rocky 8" com Roupa de Tecido - Neca

A Neca anunciou hoje que estará lançando uma action figure na escala de 8" de Rocky vestido com o agasalho cinza da icônica cena de treino do filme. A roupa costurada sob medida remete aos bonecos dos anos 70,  oque segundo a Neca, ajudaram a definir o mercado desse tipo de figura de ação.
Essa figura possui escultura nova para as mãos e pés.



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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Homem de Ferro - Iron Man 2 - #26 comic Series Hasbro


A Hasbro produziu a partir de maio de 2010 uma excelente coleção de figuras do Homem de Ferro baseada no segundo filme do heroi intitulada "Iron Man 2" composta principalmente de bonecos na escala de 11 cm (o que equivale a 3 3/4 polegadas),  o mesmo tamanho da série Marvel Universe. A coleção lançou figuras baseadas no filme, incluindo bonecos concebidos após o mesmo, além de figuras esculpidas nos modelos apresentados nos quadrinhos com a linha denominada "Comic Series".



Desta linha vamos analisar a versão 26 da armadura criada por Tony Stark, que foi lançada na wave 1 em março de 2010.

O Homem de Ferro foi criado por Stan Lee, Jack Kirby, Larry Lieber e Don Heck em 1963, tendo sua estréia em quadrinhos na revista Tales Of Suspense nº 39.

Em 1966 foram produzidos pelo estúdio Grantray-Lawrence Animation uma série de desenhos apresentando os heróis Marvel onde o Homem de Ferro era um dos protagonistas.



No Brasil esses desenhos animados chegaram em 67 pela TV Bandeirantes. A EBAL publicava os quadrinhos e por diversas vezes a série animada foi reexibida e isso ajudou a divulgar os quadrinhos da Marvel e a fase clássica do Vingador Dourado.



Na escala de 11 centímetros essa figura da armadura clássica consegue apresentar uma escultura magnífica, perfeita aplicação de tinta em um produto com excelente material. Para um fã do "Latinha" esse boneco é imperdível!


EMBALAGEM

Para os colecionadores que conservam suas figuras em cartela lacrada o blister é bonito, com cores entre o vermelho e o dourado. O material é bem resistente, protegendo bem a figura e os acessórios.





ESCULTURA

Trabalho primoroso da Hasbro, a figura apresenta perfeitas proporções no desenho anatômico e meticuloso resultado nos detalhes da armadura. Excelente representação tridimensional do Vingador Dourado.


ARTICULAÇÃO

A quantidade de pontos de articulação é grande, porém as conexões das pernas, localizadas nos quadris possui movimento limitado. Sinto falta de pontos nas coxas. A articulação do pescoço não permite movimento na vertical, apenas para os lados. Segue a relação de pontos:

Pescoço
Ombros (ball-joint)
Cotovelos (dobradiça)
Luvas
Abdômen
Pernas (quadris)
Joelhos (juntas duplas)
Tornozelos (dobradiça)


PINTURA

Infelizmente a aplicação de tinta na máscara possui falhas na transição entre o amarelo e o vermelho. O mesmo problema se apresenta em algumas partes do limite entre as luvas e o antebraço e das botas com as canelas, em pequenas áreas. O tom metálico do vermelho da figura demonstra equilíbrio com o amarelo.

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sábado, 24 de maio de 2014

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário - Trailers Secretos


Os grandes insiders CavZodiaco conseguiram nos trazer três trailers secretos de "Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário". Apenas um comentário: o "cavaleiro" de ouro de Escorpião é uma amazona! Já é sabido que os cavaleiros lutarão com os elmos fechados e que tradicionalmente nas sagas anteriores as amazonas usavam máscaras... Mas agora teremos uma curiosidade paradoxal: será que veremos o rosto desta guerreira?


Estas divulgações mostram cenas apenas dos cavaleiros de ouro. Acima estão os cavaleiros de Gêmeos (com uma armadura bicolor, sugestiva para a dupla personalidade do personagem), de Câncer (um psicopata usando bigode safado) e de Leão (que, assim como a saga original, parece ter sido dominado pelo Mestre do Santuário). No final, vemos a icônica imagem do cavaleiro de Sagitário planando pelos ares com a criança que se tornaria a deusa Athena.


Apresentados no vídeo acima estão os cavaleiros de Virgem (detalhe para os olhos sempre fechados e os sinais orientais que aparecem), de Escorpião (aí há grande rebuliço: quem será essa amazona?) e de Aquário (aplicando o Execução Aurora).


Os cavaleiros de Capricórnio (Excaaalibuuuuur!!!), de Peixes (tramando junto com o Mestre do Santuário), de Áries (detalhe para como o elmo se recolhe!) e de Touro (um gigante golpeando através do seu principal golpe, o Grande Chifre) são os últimos. Como percebemos, não é mostrado o cavaleiro de Libra, como na saga das Doze Casas. Mistério?

As promoções de divulgação do filme no Japão continuam intensas. E nós, aqui do Brasil, agradecemos aos montes.
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domingo, 11 de maio de 2014

Novo trailer de "Os Cavaleiros do Zodíaco - A Lenda do Santuário"



Ficou bacana o novo trailer do filme em computação gráfica (CGI) dos Cavaleiros do Zodíaco, previsto para estrear no dia 21 de junho, no Japão. E como bem notou o site especializado CavZodiaco.com, o uso de elmos fechados por todos os personagens deve dar um aspecto bem diferente aos cavaleiros. Este novo visual deve fazer uma homenagem mesclada aos míticos personagens do Japão feudal: os Samurais e os Ninjas/Shinobi.


Vamos ainda comentar sobre a evolução da animação usada nas diferentes sagas dos Cavaleiros de Atena e, principalmente, como isso é voltado a determinadas faixas etárias e público-alvo.

Enquanto isso, reparem como as armaduras estão incrementadas e ocupam um lugar de destaque nesse filme. Acham que dá pra ter uma ideia de como serão os Cavaleiros de Ouro? Alguns já dão as caras no site oficial do filme, o saintseiya2014.com.
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O ícone chamado Major Tom

David Bowie é humano. Aposto que tem dias em que ele acorda sem inspiração, sem vontade de levantar da cama e sem pensar em algo etéreo, de outra dimensão. Mas estes dias são bem raros. A prova disso é sua produção sem fim de material artístico-cultural. Uma de suas criações, inclusive, está para ganhar um bolinho de aniversário: Major Tom, que nasceu junto com o single Space Oddity em 11 de julho de 1969, pode celebrar seus 45 anos, com um sonoro veto à aposentadoria que o tempo tenta obrigá-lo a tirar. O astronauta mais famoso depois de Neil Armstrong (ou tanto quanto) continua influenciando mídias e imaginários, numa trajetória que daria inveja a vinhos e Benjamin Button: realmente quanto mais o tempo passa, mais melhor de bom fica.

E sempre com uma roupagem nova: a quantidade de artistas que utilizaram o personagem de Bowie beira o incontável, estatística essa somente auxiliada com o apoio da internet e mídias especializadas. O próprio Wikipedia lista as mais relevantes referências de Major Tom, muitas delas de fácil (re)conhecimento tupiniquim; outras, com um pouco mais de pesquisa, são tão sutis que, de fato, necessitariam de um conhecimento mais profundo do trabalho do britânico mais bem vestido da história, segundo pesquisa da BBC History Magazine.

No início, passei minha impressão de que as homenagens mais recentes a Major Tom seriam melhores que a versão original. Mas, claro, não é uma verdade absoluta. Tanto é que revendo os clipes, singles, filmes e produções em que ele é empregado, percebi que não seria possível manter-me firme nesta convicção. Visões diferentes de um ícone a seguir, mas no formato "de volta para o passado"...


No filme "A Vida Secreta de Walter Mitty" (The Secret Life of Walter Mitty, 2013), a personagem Cheryl Melhoff (Kristen Wiig), num dos últimos devaneios surreais de Walter Mitty (Ben Stiller), canta em um bucólico bar da Groenlândia a versão original de Space Oddity, uma mini-interpretação que inspira Mitty a buscar o paradeiro do seu ídolo Sean O'Connell (Sean Penn). O início despretensioso naquele contexto invoca a essência da canção que a própria Cheryl cita no primeiro terço do filme: "Sabe aquela música, 'Major Tom'? Quando o barbudo ficou... Ele não sabe de nada. É uma música sobre coragem e encarar o desconhecido. É bem legal!" (original: "I wanted to tell you, that song "Major Tom" and that beard guy... he doesn't know what he's talking about. That song is about courage and going into the unknown. It's a cool song").



O astronauta canadense Chris Hadfield foi personificação de Major Tom. Sua interpretação a bordo da Estação Espacial Internacional ainda lhe rendeu mais de 22 milhões de visualizações no Youtube e o provável "título" de primeiro clipe musical feito e transmitido diretamente do espaço sideral! E não foi só um repeteco. Chris adaptou a canção à sua realidade e modificou alguns versos da canção. Logo na primeira estrofe já nos arranca um sorriso de surpresa:

Versão Chris:
Ground control to Major Tom
Ground control to Major Tom
Lock your Soyuz hatch and put your helmet on

Original:
Ground control to Major Tom
Ground control to Major Tom
Take your protein pills and put your helmet on


Voltando para 1983, o cantor alemão Peter Schilling compôs "Major Tom (Coming Home)". Em tempos de Guerra Fria, o single na versão original em alemão e posteriormente em inglês alcançou o Top 5 nas tabelas musicais de pelo menos sete países, dentre eles Canadá, Alemanha Ocidental e África do Sul (fonte: Wikipedia). Nos Estados Unidos, chegou à posição 14 da U.S. Billboard Hot 100. Inegável: é uma versão pra dançar!



Enfim, chegamos à era original de Bowie, de Major Tom... Os clipes acima e abaixo são versões com propostas diferentes, na minha opinião. A dramaticidade impressa no clipe de 1972/1973 é latente: transmite a estória do astronauta, da glória estampada nos jornais à resignação de um fim angustiante, tudo isso através da revisão de melodia, notas e solos nesta versão. Já o single de 1969, o primogênito, Major Tom nasce de uma visão lúdica, de um prelúdio do que seria uma viagem espacial, de uma visita à Lua. Um prelúdio do que seria um dos mais influentes ícones da arte pop e musical. Um mito (pre)destinado ao infinito da imaginação humana, e não ao vazio do espaço sideral.



Parabéns, Major Tom! Volte são e salvo.
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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Nany Sinatra - These Boots Are Made For Walking

Overdose da diva.

I love this song!


Kill Bill rules!






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terça-feira, 8 de abril de 2014

Jonny Quest e Superman Origem Secreta



Presentes para um fã  confesso... 




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aú o capoeirista e o fantasma do Farol de Flávio Luiz precisa de sua ajuda



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sábado, 5 de abril de 2014

Rafael Coutinho fala de Narval Comix e de sua arte


O quadrinista Rafael Coutinho é um artista rico em sua arte. Seus quadrinhos saem do lugar comum. Ele diversifica estilos narrativos sem se prender a nenhum limitador. Seu único objetivo é produzir arte na sua concepção mais ampla, sem fronteiras, sempre experimentando. Algo como um "caldeirão cultural" que pode ser adquirido através do site da Narval Comix que comercializa, além dos quadrinhos, outros itens tais como pôsteres, calendários e toys. A arte de Rafael Coutinho é vigorosa, possui influências nítidas do exercício de técnicas das mais diversas provenientes das artes plásticas. Abaixo transcrevo um pequeno bate-papo com o artista, uma conversa inserida na agitada e corrida agenda do artista.



Resenhas de Marte: Eu assisti o vídeo com a atriz Vera Holtz. Entendi que seria objetivo da Narval Comix atingir uma demanda de consumidores de arte além do leitor de quadrinhos comerciais. Você pode escrever com suas palavras qual o objetivo  da Narval comics?



Rafael Coutinho: O objetivo é apresentar um quadrinho forte, adulto (salvo exceções como a Lola), de autores que atingiram um auto nível de profundidade e maturidade em seus trabalhos, gente com uma visão fora dos padrões do mercado, focados em experimentação de arte e linguagem, ou simplesmente MUITO BONS aos nossos olhos. Focamos em formatos novos, em abrir uma porta pra projetos que não se encaixam nos moldes editoriais praticados no nosso meio, histórias que só poderiam ser lidas em coletâneas independentes, mas que merecem ser vistos separadamente, como o artista realmente as concebeu. Nosso foco é o artista, porque somos uma editora de artistas. Num segundo plano, focamos em achar novas formas de veicular, vender e criar projetos de quadrinhos, sempre junto com os artistas. Acreditamos que o público agradece quando o livro se desdobra em uma experiência, e aposta junto. E nesse sentido, acho que o escopo de alcance aumenta mesmo, sai do nicho.

SITE DA NARVAL COMIX


Resenhas de MarteExiste uma preocupação em oferecer um produto com fortes influências da arte contemporânea? Principalmente no projeto Ideafixa o que seria da venda de gravuras por assinatura?



Rafael Coutinho: Quando se tem uma editora (pequena ou grande), ampliar o público e encontrar novas formas de custear a produção são reflexões que acompanham o resto sempre. Mas são movimentos que nunca são forçados pra gente, são fruto de quem somos, quem admiramos no meio, dos trabalhos que vemos os artistas fazerem. Sou muito amigo das meninas da Ideafixa, somos parceiros de longa data, trocamos muita figurinha e sonhos. Fazer o projeto de assinaturas com o desdobramento das cartas postadas no site delas foi quase óbvio, assim como o espaço pra divulgação da editora lá. Elas são incríveis e muito generosas, e temos um ritmo de trabalho parecido, gostamos de dedicar nossos dias pensando em ampliar o alcance do meio em geral, projetos que envolvam mais gente, ajudem a mudar a cena.


BEIJO ADOLESCENTE



Resenhas de MarteNão posso deixar de falar da sua obra Beijo Adolescente... O que ela representa para você, não somente o comercial mas também maturidade profissional?



Rafael Coutinho: O projeto de assinaturas é uma aposta grande aqui. Não só do ponto de vista de linguagem (serigrafia em série feita por quadrinistas), que por si só já vale o esforço, mas também como ampliação do alcance dos projetos. É quase um financiamento coletivo, uma parceria longa com nosso leitor. Encontrar um meio de tranquilizar a todos num processo criativo mais longo: artista, gravador, encadernadora, editora, e por fim o consumidor. Uma experiência que se der certo, pode abrir portas pra outras editoras também, pequenos produtores que compram a briga do artista e passam a fazer parte dessa experiência que mencionei. Daí a importância da informação chegar em quem tem interesse em bancar isso conosco, e da ampliação do alcance do projeto também(Perdão, continuei na pergunta passada). Independente de quem queira, o mais importante pra gente é achar esse sujeito que se encaixe perfeitamente ao mundo do artista, e os custos equilibrados disso também. Cada leitor tem uma realidade e um bolso, e tomamos muito cuidado em montar projetos que se adeguem ao perfil do nosso leitor/consumidor.

Agora vamos pro Beijo:

É meu primeiro e único projeto de longuíssima duração. Cresci lendo Akira, Bone, e mais tardiamente Love and Rockets, Tayio Matsumoto, Manara, Garagem Hermética. Foram histórias que moldaram a forma como encaro quadrinhos, e sempre quis fazer uma série longa. O Beijo é a realização desse desejo, e ainda procuro a medida certa pra ele acontecer. O que tenho conseguido fazer é desse jeito: um capítulo por ano, com financiamento coletivo, com campanha, com um mundo de produtos agregados. Me divirto e me entrego totalmente quando começa, e gostaria de conseguir fazer pelo menos dois por ano.



Resenhas de Marte: Dois por ano seria excelente! Mas antes um por ano com qualidade do que dois por ano sem entrega total do artista no início, meio e fim.



Rafael Coutinho: E agora o universo que criei me absorve por completo, mergulho com muita rapidez quando recomeça. Ainda não chegou naquele ponto angustiante e perfeito onde você quase não precisa fazer força pra saber pra onde vai, porque a história já pede, mas tá quase lá. E é um trabalho que funciona como válvula de escape se comparado aos outros que faço, porque é realmente fantasioso e livre, juvenil, um tanto irresponsável. Posso experimentar bastante, pintar loucamente, não tem direcionamento editorial, é só o que quero que seja.

BEIJO ADOLESCENTE



Resenhas de MarteSua influência é muito diversa eu não posso deixar de citar ser filho de Laerte Coutinho... Você gosta de usar crítica social e humor nas suas obras? Na apresentação de Beijo Adolescente no site da Narval (amostra), não deixa de existir uma análise dos grupos sociais,  numa espécie de viagem lisérgica... Pode falar a respeito? Você também fala que seu trabalho consome toda a sua força criativa... Tem momentos que você utiliza a crítica social e o humor como seu pai Laerte Coutinho?



Rafael Coutinho: Acho que não, Johannes. Temos visões muito distintas. Ele construiu uma carreira longa com humor e crítica, e desbravou horizontes que dizem respeito às evoluções do trabalho e escolhas dele. Tenho ele como uma grande influência, mas fui por um outro caminho. Nem saberia resumir meu caminho, tem a ver com minha formação em Artes Plásticas e uma busca por narrativas mais longas, projetos editoriais, experimentação de linguagem. Acho que os trabalhos se encostam em alguns momentos, e temos o quadrinho como ponto comum. Trocamos muito material, peço a opinião dele sempre, fazemos trabalhos juntos também. Mas sou de outra época, não fui pro jornal, não faço charge e não tenho o diálogo que ele tem com meus leitores. Não faço tira diária, e nem conseguiria. E "crítica social" e "humor" são termos bem amplos. Acredito que meu trabalho tenha características de crítica e humor, mas nada similares aos trabalhos que ele desenvolve.

A parte lisérgica... no Beijo rola um momento de drogas e videogame, bem viajona. Mas não sei se conversa com o que você juntou. A parte gráfica do Beijo vem mais duma vontade de experimentar novos formatos e tratamentos, um cruzamento entre o teen/pop e o formato de história em quadrinhos.

DRINK


Resenhas de MarteÉ Notório visualizar a influência das artes plásticas e do experimentalismo nas suas obras. A questão lisérgica que mencionei tem a ver também com a arte que você produz
Muito rica em influências diversas. Eu queria que você falasse sobre sua obra Drink. A narrativa muda que você apresenta tem muito a ver com o experimentalismo. O que você procura atingir? Existe um público ávido por este tipo de obra já que a primeira edição esgotou em três semanas? Qual sua visão sobre o sucesso este produto? Seria uma saturação do público pela narrativa trivial procurando expandir horizontes?



Rafael Coutinho: Tento entender o público, mas meu alcance vai até um tanto. Ele muda, se reconfigura, e não quero que ele vire o foco da minha produção, tanto como editor quanto como autor. Ele está aí, sou parte dele, você também. Não sei o que quero como leitor, quero ser surpreendido, mas me entrego quando encontro algo que me fascina. O que nos fascina? Se fosse pra agradar o público, eu apostaria em tudo menos experimentação (rs). Reimprimimos a mil ano passado, e esgotou também, e acho que o MEU público gosta de ideias malucas. O tema foi meu foco principal, um "alcoolismo lúdico", vamos dizer assim. Mas gosto muito de descobrir uma forma de experimentar a linguagem em função da história e projeto. Me dá a clara sensação de estar num outro planeta, com outras regras, e isso é bem excitante. E na mesma medida me cansa rapidamente seguir um caminho que já galguei do ponto de vista e linguagem e narrativa. Simplesmente não consigo, só quando pré-determinei ele desde o começo pra algo longo, aí sigo naquele mundo de regras com prazer, porque sei que vou testar ele até o limite dentro da proposta.

BEIJO ADOLESCENTE


Resenhas de Marte: A arte de Rafael Coutinho é autoral, mas atinge em cheio o coração do público, mesmo quando ele quer produzir sem fronteiras, criativamente falando. Diversificando narrativa, estilo de arte e temas. Unindo artes plásticas e experimentalismo em suas obras, adiquiriu uma identidade própria com objetivos e resultados que o diferem do pai, o consagrado Laerte Coutinho. Mas a arte primorosa está no DNA . 

Para quem não conhece ainda o trabalho do moço, assistam o vídeo com Vera Holtz apresentando a Narval Comix.

Abaixo uma pequena amostra da produção de Rafael Coutinho e a transcrição de seu perfil proveniente do site Collective.

Rafael Coutinho é designer, animador, artista plástico e quadrinista. Nascido em São Paulo, tem 30 anos e se formou em Artes Plásticas pela UNESP em 2004. Produziu curtas-metragens como animador e diretor (“Aquele Cara”-2006 e “Ao Vivo”-2008), participou de publicações como quadrinista (“Bang Bang”- ed. Devir-2005, “Contos dos Irmãos Grimm”- ed. Desiderata) e faz ilustrações. Foi integrante do grupo Base-V, produzindo murais, exposições e publicações de arte experimental. Como artista plástico faz pinturas e esculturas para a Galeria Choque Cultural. Em 2010 terminou seu primeiro roteiro de longa-metragem (“Spread” – em parceria com o roteirista Peppe Sifredi) e sua primeira graphic novel “Cachalote” (Ed. Quadrinhos na Cia), em parceria com o escritor Daniel Galera. Em 2011 publicou a minissérie Beijo Adolescente, pelo portal do IG, além de publicá-la impressa de forma independente pelo seu próprio selo, Cachalote. Atualmente trabalha em sua primeira história solo, intitulada “Mensur” – Quadrinhos na Cia, prevista para o final de 2012.



FOGO FÁCIL - EASY FIRE

VIDEOGAME






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terça-feira, 25 de março de 2014

DANIEL HDR FAZ DESENHO AO VIVO EM HANG OUT NESTA QUINTA 27/03


O  experiente desenhista de quadrinhos Daniel HDR fará um Hang out com desenho ao vivo nesta quinta 27/03.

Veja o anúncio do artista:

O 2º HANGOUT ON AIR do meu canal no YouTube já está marcado! 27/03, quinta-feira, às 20h. Confirme presença AGORA! Farei um desenho em tempo real, respondendo as perguntas do pessoal online!

Para confirmar presença:  https://plus.google.com/u/0/app/basic/events/ce95b0jc8b90ir4drreaf9pim6o
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domingo, 23 de março de 2014

A lenda dos Cavaleiros do Zodíaco ressuscita!

Fãs de uma das mais gloriosas séries de mangá agora dormem em paz. Sabem que sua ansiedade e insônia já podem ser controladas sem Rivotril, sem paulada na cabeça, sem precisar contar carneirinhos... Basta concentrar o cosmo, atingir o sétimo sentido e contar, além das doze casas, os dias para a estreia tão aguardada (há anos) pelo próximo filme dos "Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário"!

Saori/Athena, Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki voltam a aparecer juntos na mídia de forma gloriosa, desde "O Prólogo do Céu" nos cinemas e "A Saga de Hades" na TV. Os rumores de um novo filme já duravam pouco mais de dois anos, com discussões sobre enredo, personagens e definição sobre a estrutura da animação. A Toei Animation (estúdio), junto com Keiichi Sato (direção), Tomohiro Suzuki (roteiro) e Masami Kurumada (produtor e "pai" dos Cavaleiros), entrega um obra feita totalmente em computação gráfica. Não chega a ser um reboot no enredo, mas é um remake da Saga do Santuário, onde os cavaleiros de bronze precisam passar pelos doze cavaleiros de ouro, teoricamente os guardiões pessoais da deusa Athena e os mais poderosos guerreiros do Olimpo.

A distribuidora Diamond Films Brasil divulgou através do Facebook que o filme tem previsão de estreia neste segundo semestre.

Poster divulgado para o novo filme dos CDZ.
 E nem sinal do Mestre Ancião...

Com dois trailers e muitas imagens divulgadas, dá pra perceber nitidamente as diferenças em relação à animação tradicional. O que me chama mais a atenção são os novos traços dos personagens principais, com destaque para a Saori e seu visual à la Gogo Yubari, a psicopata adolescente de Kill Bill.

Nada mal para uma releitura.


Claro, a expectativa principal é a de que, por aqui, sejam os mesmo dubladores da série televisiva e isso deve ser divulgado em breve. Até lá, acho que dá pra nos divertirmos com o Seiya gritando "Pegasus Ryu Sei Ken"!


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segunda-feira, 10 de março de 2014

BARBIE FAZ 55 anos

A mundialmente famosa boneca Barbie fez neste domingo 9 de março 55 anos. Criada a partir do desejo de Elliot  Handler e Ruth Handler, donos da Mattel, na época que solicitaram  ao designer Jack Ryan fizesse uma boneca  para sua filha. A boneca foi lançada na Feira Anual de Brinquedos de Nova York  ocorrida em 59.

Abaixo alguns modelos.















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