sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Morphine de Mario Cau

O excelente artista Mario Cau nos brinda com um lançamento que nos atiça a curiosidade pela expectativa  que cerca da obra. Vejam a apresentação feita pelo próprio autor



"Oi, pessoal!
Tudo bem?

Tenho uma nova HQ, com lançamento para setembro na Gibicon de Curitiba. Segue aqui um release dela. 

E como planejado, hoje começa a pré-venda especial de Morphine, minha nova graphic novel. Gostaria mais uma vez de contar contigo na divulgação do lançamento.

Essa pré-venda tem três opções:
- Livro autografado + marcador de páginas
- Livro autografado + marcador de páginas + sketchcard (formato A5), com um desenho original meu em cada um.
- Livro autografado + marcador de páginas + sketchcard (formato A5), com um desenho original meu em cada um + pacote com minhas três HQs independetes (Pieces 3, Burocratia e By the southern grace of God)

A pré-venda acontece exclusivamente no meusite, e na nova loja virtual onde colocarei meus trabalhos e produtos relacionados: www.lojamais.com.br/mariocau

A minha proposta é que exista uma exclusividade para quem comprar nesse período de 21 de julho a 24 de agosto: além dos valores com desconto, o envio garantido antes da GIBICON, onde farei o primeiro lançamento/autógrafos. 

O pagamento pode ser feito pelo PagSeguro, Moip e boleto. 

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SINOPSE – Morphine

“Algum dia, haverá uma cura para a dor.”
- “Cure for pain”, da banda Morphine

A transição da adolescência à vida adulta pode ser turbulenta. Toda pessoa tem uma história, tem seus motivos, tem seu caminho. Estes, às vezes se cruzam, e, às vezes, se separam. Nossas escolhas geram sempre consequências, e lidar com a bagagem acumulada, decidindo o que levar adiante e o que deixar para trás faz parte do amadurecimento de cada um. 

Esta é a história de um grupo de amigos que acabam, cada qual por seu motivo, reunidos na festa de inauguração da mais nova casa noturna da cidade, chamada Morphine. Encontros e desencontros marcam uma série de momentos (do café ao bar, do delírio à ressaca, e de volta ao café) que colocam à prova a personalidade de cada um deles. 

Lennon, Bruno, Alex, Diana e Lara estão envoltos em uma série de situações típicas dos vinte-e-poucos anos: solidão, paixões não-correspondidas, opiniões duras, chances perdidas, bom-humor, depressão, timidez, insegurança, e a dificuldade em atingir um objetivo. E cada um vai tentar encontrar um meio de acalmar sua dor pessoal, seja ela qual for, seja lá como for.

Escrita e ilustrada por Mario Cau (Terapia, Dom Casmurro, Pieces, NÓS), Morphine é uma história em quadrinhos sobre o cotidiano urbano e o relacionamento entre as pessoas (ou a falta dele), com doses de paixão, música, sonho, distância e álcool."



INFORMAÇÕES:
Morphine
História inédita e completa
Texto e arte de Mario Cau
112 páginas em preto e branco
Capa colorida
Independente





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sábado, 9 de agosto de 2014

Lançamento de "Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol"



"AÚ, O CAPOEIRISTA E O FANTASMA DO FAROL", DO CARTUNISTA FLÁVIO LUIZ, RETOMA AS AVENTURAS DO INTRÉPIDO HERÓI BAIANO

Álbum financiado por crowdfunding vem recheado de mistério, peripécias e sotaque

A Papel A2 Texto&Arte, editora independente do cartunista Flávio Luiz, acaba de lançar o álbum "Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol", dando continuidade às aventuras do jovem e valente capoeirista. O primeiro álbum - Aú, o Capoeirista - lançado em 2008, com o incentivo da Lei Rouanet e adotado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e pelo programa da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (Sala de Leitura), chegou à marca de quase 9000 exemplares vendidos. O novo trabalho segue a mesma linha do primeiro, cheio referências culturais, aventura e bom humor.




Com roteiro e arte do próprio Flávio Luiz, "Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol" nos transporta para o universo de Aú e seus inseparáveis amigos, o também capoeirista Dó e o miquinho Licuri. Dessa vez, Aú deverá investigar o roubo de uma antiga chave, exposta no Museu Náutico que funciona em um dos cartões postais da cidade de Salvador: o Farol da Barra. Corajoso, Aú enfrentará segredos de um passado misterioso e a cobiça de um desonesto vilão, tudo isso envolto pelo belíssimo cenário baiano, do Farol da Barra, em Salvador, à cidade de Praia do Forte, no litoral baiano.

Fantasmas, piratas e tesouros são o tempero dessa narrativa, que homenageia aspectos da cultura negra e da cultura popular, além de honrar a rica história da capoeira. Modos de falar do povo baiano reforçam a simpatia desses personagens tão originais, criados por Flávio Luiz. Aú é um personagem brasileiro, simples, de bom coração e cheio de bravura, que combate com destemor e criatividade toda e qualquer injustiça que cruze o seu caminho.

"Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol" mantém o padrão gráfico e estético europeu dos quadrinhos franco-belgas, como no primeiro número ("Aú, o Capoeirista"). O álbum foi impresso com 48 páginas coloridas, em capa dura e se tornou possível graças à campanha de crowdfunding realizada por Flávio Luiz em conjunto com a Papel A2 na plataforma Kickante. A qualidade se manteve com a participação de mais de 200 colaboradores, que escolheram entre recompensas para todos os gostos - de agradecimentos em redes sociais até o kit das publicações anteriores de Flávio Luiz, passando por caricaturas e páginas originais do novo álbum do Aú.

Flávio Luiz, premiado em diversos salões de Humor no Brasil e no exterior, venceu por duas vezes o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, nas categorias cartoon, em 1994, e charge, em 2000. Também em 2000, recebeu o troféu HQMix - Oscar dos quadrinhos brasileiros - com a revista Jayne Mastodonte Adventures #1 e em 2010 com o primeiro exemplar do O Cabra. Aú, o Capoeirista figura (junto com O Cabra, Jayne Mastodonte, Jab, o Lutador e Rota 66) na lista de suas mais importantes criações.

Lançamento:
23.08 - às 16h00
Gibiteria
Praça Benedito Calixto, 158
São Paulo - SP

Site do personagem:
www.auocapoeirista.com.br

Site do autor:
www.flavioluiz.net

Dados da publicação:
Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol
Formato: 21,5x29 cm
Autor: Flávio Luiz
48 páginas
Capa dura
Preço de capa: R$ 55,00
Editora: Papel A2 Texto&Arte
ISBN: 978-85-61927-02-8

Maiores informações:
papela2@uol.com.br







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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

DC Collectibles : Catálogo e FigNovos 52 Poison Ivy

Na San Diego Comic-Con foi lançado o catálogo com todas as figuras lançadas dos Novos 52 pela DC Collectibles até o momento incluindo a action figure da poison Ivy.

Vale ser mencionado que o padrão da DC Collectibles nos quesitos design, escultura, controle de qualidade, material e quantidade de pontos de articulação  deu uma revigorada no interesse pelas versões em terceira dimensão de nossos heróis e vilões da DC.



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domingo, 13 de julho de 2014

Tommy Acid Queen - dia Mundial do Rock

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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Os Mercenários 3

Ansioso pelo filme!

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PRA AMPLIAR!



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domingo, 8 de junho de 2014

Uma história sobre traços, marketing e superação


Sou fã da galera aí de cima. Quando criança torcia mais pelo Shiryu, simplesmente porque eu o achava o mais forte de todos (e não admitia aquela derrota fatídica pro Seiya na Guerra Galáctica). Fui crescendo e acabei por "acompanhar à distância" a evolução que o desenho teve, mas concomitante a esse desenvolvimento comecei a admirar o Cavaleiro de Pégaso por tudo que ele representava: um cavaleiro que notoriamente NÃO era o mais forte, mas que era o mais persistente. E por isso, conseguia operar os mais diversos "milagres" que os "santos de Athena" ainda não ousariam fazer.

A cabeça da gente muda, a percepção sobre o mundo muda... E uma franquia de sucesso que se preze, no mínimo, precisa acompanhar essa mudança de percepção e entendimento para voltar a encantar fãs antigos e conquistar uma nova legião de seguidores. Olhando pra trás, comecei a perceber o quanto esta série japonesa mudou, seja no estilo do desenho, seja para abocanhar uma fatia maior de aficcionados ou para fazer reverência ao povo nipônico em determinado momento delicado da história. E por acaso seria possível unir todas essas razões e dar um reboot bem-sucedido no mito dos Cavaleiros do Zodíaco? Como e por que surgiriam essas mudanças na saga?


A Saga do Santuário (as Doze Casas): a primeira de todas as grandes sagas, a das Doze Casas, traz um estilo clássico de mangá, com grande destaque para poses e ações de combate, feições ocidentais e, claro, diálogos explicativos exageradamente repetitivos e extensos, causando muitas vezes no espectador uma sensação de extrema revolta; mas nada por acaso: por ter uma temática inovadora para a época, o autor Masami Kurumada utilizou técnicas muito conhecidas para capturar e manter espectadores. Com as cenas de combate espetaculares, procurava impressionar as pessoas desde o primeiro capítulo; as feições ocidentais buscavam criar uma identificação natural com os não nipônicos, uma aposta ousada de conquistar mercado internacional, apesar de ser uma característica comum em mangás; e diálogos descritivos, sempre didáticos, sobre a temática apresentada para justamente explicar ao neófito todo o enredo envolvido naquela cena... Todo enredo mesmo!

A Saga de Asgard (Odin) e A Saga de Poseidon: as batalhas com os Guerreiros de Odin (exclusiva do anime) e com os Marinas de Poseidon trazem traços bem definidos e pouco se altera do início ao fim quanto ao estilo de desenho. Porém, a complexidade da história vai aumentando apesar de sempre ter como mote central um flagelo com a deusa Athena, passando por um sequestro relâmpago até sacrifícios voluntários em prol da humanidade. Esteticamente, as armaduras evoluem e seu design se torna mais esguio e, sinceramente, mais bonito.


A grande sacada nestas duas últimas fases foi juntar uma estratégia de mudança sensível no visual do desenho com uma (acreditem!) coerente ligação com a história. Tudo isso para não cair na monotonia e para, consequentemente, não perder fãs. Já a personalidade dos personagens principais continua a mesma, reforçando correntes entre os fãs de cada herói. Um detalhe sempre importante durante essas sagas foi o holofote de tempos em tempos sobre cada cavaleiro de bronze, um artificio muito interessante para não centralizar o sucesso da série em apenas um personagem.


A Saga de Hades: apesar de compor a saga original, a saga de Hades já demonstra uma maturidade maior em comparação com as outras e possui um enredo bem mais obscuro. Os Cavaleiros de Ouro participam de forma muito mais efetiva durante toda a história e temos o privilégio de assistir o que seriam as Batalhas de Mil Anos (míticos combates entre os cavaleiros mais fortes de Athena), as Armaduras Divinas e os Campos Elísios (morada de alguns deuses e lugar onde se encontra o corpo de Hades). Os Três Juízes do Inferno (Radamanthys de Wyvern, Minos de Griffon e Ayacos de Garuda) junto, claro, com Hades, são os expoentes desta fase. Acompanhando o amadurecimento do seu público, Kurumada buscou manter essa fidelidade através do maior teste de fogo da guarda pessoal de Athena. E adivinhem como? Pela velha e boa fórmula do sacrifício pessoal e coletivo de todos os cavaleiros, principalmente os de Ouro. Desenhando um cenário sem esperanças, Kurumada revela aos poucos importantes reviravoltas no enredo e vai inclusive pavimentando o caminho para futuras séries que estarão intrinsecamente relacionadas. Vejam como ele continua tecendo novas tramas e buscando manter a audiência criada há anos...

Com origens e histórias bem diversificadas, Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix passam a trilhar a mesma jornada, mas com diferentes formas de lidar com as batalhas: Seiya, com sua persistência e obstinação, era o retrato de todo o trabalho de Kurumada e refletia a visão de superação na qual procurava identificar o povo japonês (em diferentes guerras, mesmo caindo, sempre se reerguia); Shiryu, um dos mais presentes na saga e com um imponente histórico de batalhas mortais, seu sobrenome poderia ser "Sacrifício" (já se cegou durante combate com um cavaleiro de prata e aplicou um golpe suicida na batalha das Doze Casas com o Cavaleiro de Ouro de Capricórnio, Shura); Hyoga, com suas particulares limitações, nutre uma infinita saudade de sua mãe, vítima de naufrágio na Sibéria, e torna-se com o tempo um dos mais queridos e admirados personagens da série; Shun, muito criticado por ser considerado um ponto fraco no beligerante grupo dos cavaleiros, possui na verdade um rico significado diante de toda uma certeza relacionada à necessidade de lutar: como um contraponto em toda a saga, Shun se propõe simplesmente a não lutar (!!!) e somente demonstra seu verdadeiro poder diante de circunstâncias sem saída; e Ikki, o cavaleiro mais forte da equipe devido ao seu treinamento psicopático da Ilha da Morte, e ao mesmo tempo o guardião pessoal de seu irmão Shun (é um paladino solitário e só entra em uma batalha cuja magnitude seja compatível ao seu poder).

Diante deste mix de personalidades e comportamentos, foi montado um esquadrão de frente muito eclético, capaz de capturar a atenção dos mais variados fãs de anime. No fundo, Kurumada sabia que diversificar seria o segredo para conquistar mentes e corações de um público de ordem mundial. Unir culturas e formas de pensar diferentes numa mesma série se tornaria uma genial jogada de marketing. E de mestre!


The Lost Canvas: esta é a saga que particularmente mais gostei. A história se passa 200 anos antes da cronologia da série original. Possui traços menos ocidentais, uma grande contribuição da computação gráfica e uma temática bem mais adulta. Pra se ter uma noção, o enredo já começa durante a Guerra Santa do século XVIII. Inteligentemente, a autora Shiori Teshirogi, aconselhada por Kurumada, faz links muito coerentes com a saga original, explicando coisas que são mostradas na saga contemporânea mas não muito aprofundadas naquela época. Talvez a principal revelação feita nesta série seja a razão de o Cavaleiro de Pégaso sempre estar junto de Athena, seja qual for a era: ele é o guardião pessoal da deusa, reforçando o conceito de reencarnação das filosofias orientais. Lost Canvas tem uma identificação muito mais forte com a cultura nipônica, apesar de as invasões dos Espectros (guerreiros de Hades) acontecerem em várias cidades do mundo. A cultura oriental foi essencialmente utilizada como base desta saga.


Capitaneados por Tenma, o cavaleiro de Pégaso daquela era, os guerreiros de Athena batalham, sem fases intermediárias, contra o exército de Hades. As batalhas do anime são impressionantes e algumas chegam a ser tão impactantes quanto as do mangá. Desde o início da série original, exibida durante as décadas de 80/90 no mundo todo, não havia uma mudança tão radical na história, principalmente no que tange aos traços empregados. Teshirogi foi muito feliz ao captar a essência do desenho e fez uma animação para adultos, os mesmos que acompanharam enquanto crianças o início de um mito midiático.


Saint Seiya Ω (Omega): Uma nova fase, uma nova história, uma nova saga. Sem uma continuidade direta com a série original de Kurumada, mas respeitando os principais personagens daquela geração, os novos cavaleiros de bronze buscam novamente fazer uma limpeza no Olimpo, em busca da salvação de Athena. Num primeiro momento, não parece ser nada original, até olharmos mais de perto. O novo cavaleiro de Dragão, Ryuho, é filho de Shiryu, "o lendário cavaleiro de Dragão"; a inclusão de uma amazona no grupo principal, Yuna de Águia; e Kouga de Pégaso, um personagem, no mínimo, misterioso até a alma. Com traços mais curvilíneos e voltados para a conquista de um novo público infanto-juvenil, Saint Seiya Omega trilha novamente um caminho que promete muito sucesso e complexos enredos.


Apesar da série ter sido produzida pela Toei Animation e usar a história original de Kurumada como base, seu lançamento foi muito oportuno. Além de manter a lenda dos Cavaleiros do Zodíaco acesa na cultura dos animes, foi empregado um estilo de desenho bastante contemporâneo e com identificação muito forte junto aos jovens espectadores. Fora isso, novamente o mix de culturas e personalidades continuava a se consagrar como uma fórmula para alcançar o sucesso internacional. E não para por aí: se percebermos bem, o resgate pela auto-estima dos japoneses e o apelo pela usual superação em momentos críticos foram empregados sabiamente neste momento. Não simplesmente porque são temas atemporais, mas porque em 2012, ano de estreia da série, ainda tínhamos como recente toda a tragédia causada pelo terremoto/tsunami de 2011 no Japão. Parece que nada é por acaso e a ressurreição da lenda dos Cavaleiros veio a calhar justamente quando o povo mais precisava. Bem como no desenho. Bem como na arte. Bem como na vida real.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Rocky 8" com Roupa de Tecido - Neca

A Neca anunciou hoje que estará lançando uma action figure na escala de 8" de Rocky vestido com o agasalho cinza da icônica cena de treino do filme. A roupa costurada sob medida remete aos bonecos dos anos 70,  oque segundo a Neca, ajudaram a definir o mercado desse tipo de figura de ação.
Essa figura possui escultura nova para as mãos e pés.



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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Homem de Ferro - Iron Man 2 - #26 comic Series Hasbro


A Hasbro produziu a partir de maio de 2010 uma excelente coleção de figuras do Homem de Ferro baseada no segundo filme do heroi intitulada "Iron Man 2" composta principalmente de bonecos na escala de 11 cm (o que equivale a 3 3/4 polegadas),  o mesmo tamanho da série Marvel Universe. A coleção lançou figuras baseadas no filme, incluindo bonecos concebidos após o mesmo, além de figuras esculpidas nos modelos apresentados nos quadrinhos com a linha denominada "Comic Series".



Desta linha vamos analisar a versão 26 da armadura criada por Tony Stark, que foi lançada na wave 1 em março de 2010.

O Homem de Ferro foi criado por Stan Lee, Jack Kirby, Larry Lieber e Don Heck em 1963, tendo sua estréia em quadrinhos na revista Tales Of Suspense nº 39.

Em 1966 foram produzidos pelo estúdio Grantray-Lawrence Animation uma série de desenhos apresentando os heróis Marvel onde o Homem de Ferro era um dos protagonistas.



No Brasil esses desenhos animados chegaram em 67 pela TV Bandeirantes. A EBAL publicava os quadrinhos e por diversas vezes a série animada foi reexibida e isso ajudou a divulgar os quadrinhos da Marvel e a fase clássica do Vingador Dourado.



Na escala de 11 centímetros essa figura da armadura clássica consegue apresentar uma escultura magnífica, perfeita aplicação de tinta em um produto com excelente material. Para um fã do "Latinha" esse boneco é imperdível!


EMBALAGEM

Para os colecionadores que conservam suas figuras em cartela lacrada o blister é bonito, com cores entre o vermelho e o dourado. O material é bem resistente, protegendo bem a figura e os acessórios.





ESCULTURA

Trabalho primoroso da Hasbro, a figura apresenta perfeitas proporções no desenho anatômico e meticuloso resultado nos detalhes da armadura. Excelente representação tridimensional do Vingador Dourado.


ARTICULAÇÃO

A quantidade de pontos de articulação é grande, porém as conexões das pernas, localizadas nos quadris possui movimento limitado. Sinto falta de pontos nas coxas. A articulação do pescoço não permite movimento na vertical, apenas para os lados. Segue a relação de pontos:

Pescoço
Ombros (ball-joint)
Cotovelos (dobradiça)
Luvas
Abdômen
Pernas (quadris)
Joelhos (juntas duplas)
Tornozelos (dobradiça)


PINTURA

Infelizmente a aplicação de tinta na máscara possui falhas na transição entre o amarelo e o vermelho. O mesmo problema se apresenta em algumas partes do limite entre as luvas e o antebraço e das botas com as canelas, em pequenas áreas. O tom metálico do vermelho da figura demonstra equilíbrio com o amarelo.

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sábado, 24 de maio de 2014

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário - Trailers Secretos


Os grandes insiders CavZodiaco conseguiram nos trazer três trailers secretos de "Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário". Apenas um comentário: o "cavaleiro" de ouro de Escorpião é uma amazona! Já é sabido que os cavaleiros lutarão com os elmos fechados e que tradicionalmente nas sagas anteriores as amazonas usavam máscaras... Mas agora teremos uma curiosidade paradoxal: será que veremos o rosto desta guerreira?


Estas divulgações mostram cenas apenas dos cavaleiros de ouro. Acima estão os cavaleiros de Gêmeos (com uma armadura bicolor, sugestiva para a dupla personalidade do personagem), de Câncer (um psicopata usando bigode safado) e de Leão (que, assim como a saga original, parece ter sido dominado pelo Mestre do Santuário). No final, vemos a icônica imagem do cavaleiro de Sagitário planando pelos ares com a criança que se tornaria a deusa Athena.


Apresentados no vídeo acima estão os cavaleiros de Virgem (detalhe para os olhos sempre fechados e os sinais orientais que aparecem), de Escorpião (aí há grande rebuliço: quem será essa amazona?) e de Aquário (aplicando o Execução Aurora).


Os cavaleiros de Capricórnio (Excaaalibuuuuur!!!), de Peixes (tramando junto com o Mestre do Santuário), de Áries (detalhe para como o elmo se recolhe!) e de Touro (um gigante golpeando através do seu principal golpe, o Grande Chifre) são os últimos. Como percebemos, não é mostrado o cavaleiro de Libra, como na saga das Doze Casas. Mistério?

As promoções de divulgação do filme no Japão continuam intensas. E nós, aqui do Brasil, agradecemos aos montes.
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domingo, 11 de maio de 2014

Novo trailer de "Os Cavaleiros do Zodíaco - A Lenda do Santuário"



Ficou bacana o novo trailer do filme em computação gráfica (CGI) dos Cavaleiros do Zodíaco, previsto para estrear no dia 21 de junho, no Japão. E como bem notou o site especializado CavZodiaco.com, o uso de elmos fechados por todos os personagens deve dar um aspecto bem diferente aos cavaleiros. Este novo visual deve fazer uma homenagem mesclada aos míticos personagens do Japão feudal: os Samurais e os Ninjas/Shinobi.


Vamos ainda comentar sobre a evolução da animação usada nas diferentes sagas dos Cavaleiros de Atena e, principalmente, como isso é voltado a determinadas faixas etárias e público-alvo.

Enquanto isso, reparem como as armaduras estão incrementadas e ocupam um lugar de destaque nesse filme. Acham que dá pra ter uma ideia de como serão os Cavaleiros de Ouro? Alguns já dão as caras no site oficial do filme, o saintseiya2014.com.
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O ícone chamado Major Tom

David Bowie é humano. Aposto que tem dias em que ele acorda sem inspiração, sem vontade de levantar da cama e sem pensar em algo etéreo, de outra dimensão. Mas estes dias são bem raros. A prova disso é sua produção sem fim de material artístico-cultural. Uma de suas criações, inclusive, está para ganhar um bolinho de aniversário: Major Tom, que nasceu junto com o single Space Oddity em 11 de julho de 1969, pode celebrar seus 45 anos, com um sonoro veto à aposentadoria que o tempo tenta obrigá-lo a tirar. O astronauta mais famoso depois de Neil Armstrong (ou tanto quanto) continua influenciando mídias e imaginários, numa trajetória que daria inveja a vinhos e Benjamin Button: realmente quanto mais o tempo passa, mais melhor de bom fica.

E sempre com uma roupagem nova: a quantidade de artistas que utilizaram o personagem de Bowie beira o incontável, estatística essa somente auxiliada com o apoio da internet e mídias especializadas. O próprio Wikipedia lista as mais relevantes referências de Major Tom, muitas delas de fácil (re)conhecimento tupiniquim; outras, com um pouco mais de pesquisa, são tão sutis que, de fato, necessitariam de um conhecimento mais profundo do trabalho do britânico mais bem vestido da história, segundo pesquisa da BBC History Magazine.

No início, passei minha impressão de que as homenagens mais recentes a Major Tom seriam melhores que a versão original. Mas, claro, não é uma verdade absoluta. Tanto é que revendo os clipes, singles, filmes e produções em que ele é empregado, percebi que não seria possível manter-me firme nesta convicção. Visões diferentes de um ícone a seguir, mas no formato "de volta para o passado"...


No filme "A Vida Secreta de Walter Mitty" (The Secret Life of Walter Mitty, 2013), a personagem Cheryl Melhoff (Kristen Wiig), num dos últimos devaneios surreais de Walter Mitty (Ben Stiller), canta em um bucólico bar da Groenlândia a versão original de Space Oddity, uma mini-interpretação que inspira Mitty a buscar o paradeiro do seu ídolo Sean O'Connell (Sean Penn). O início despretensioso naquele contexto invoca a essência da canção que a própria Cheryl cita no primeiro terço do filme: "Sabe aquela música, 'Major Tom'? Quando o barbudo ficou... Ele não sabe de nada. É uma música sobre coragem e encarar o desconhecido. É bem legal!" (original: "I wanted to tell you, that song "Major Tom" and that beard guy... he doesn't know what he's talking about. That song is about courage and going into the unknown. It's a cool song").



O astronauta canadense Chris Hadfield foi personificação de Major Tom. Sua interpretação a bordo da Estação Espacial Internacional ainda lhe rendeu mais de 22 milhões de visualizações no Youtube e o provável "título" de primeiro clipe musical feito e transmitido diretamente do espaço sideral! E não foi só um repeteco. Chris adaptou a canção à sua realidade e modificou alguns versos da canção. Logo na primeira estrofe já nos arranca um sorriso de surpresa:

Versão Chris:
Ground control to Major Tom
Ground control to Major Tom
Lock your Soyuz hatch and put your helmet on

Original:
Ground control to Major Tom
Ground control to Major Tom
Take your protein pills and put your helmet on


Voltando para 1983, o cantor alemão Peter Schilling compôs "Major Tom (Coming Home)". Em tempos de Guerra Fria, o single na versão original em alemão e posteriormente em inglês alcançou o Top 5 nas tabelas musicais de pelo menos sete países, dentre eles Canadá, Alemanha Ocidental e África do Sul (fonte: Wikipedia). Nos Estados Unidos, chegou à posição 14 da U.S. Billboard Hot 100. Inegável: é uma versão pra dançar!



Enfim, chegamos à era original de Bowie, de Major Tom... Os clipes acima e abaixo são versões com propostas diferentes, na minha opinião. A dramaticidade impressa no clipe de 1972/1973 é latente: transmite a estória do astronauta, da glória estampada nos jornais à resignação de um fim angustiante, tudo isso através da revisão de melodia, notas e solos nesta versão. Já o single de 1969, o primogênito, Major Tom nasce de uma visão lúdica, de um prelúdio do que seria uma viagem espacial, de uma visita à Lua. Um prelúdio do que seria um dos mais influentes ícones da arte pop e musical. Um mito (pre)destinado ao infinito da imaginação humana, e não ao vazio do espaço sideral.



Parabéns, Major Tom! Volte são e salvo.
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